Precauções - Cloridrato de Selegilina Biosintética - Aché

Bula Cloridrato de Selegilina Biosintética - Aché

Princípio ativo: Cloridrato de Selegilina

Classe Terapêutica: Antiparkinsonianos

Revisado por Isabelle Baião de Mello Neto (CRF-MG 24309)

Quais cuidados devo ter ao usar o Cloridrato de Selegilina Biosintética - Aché?

Em pacientes idosos, as reações adversas ocorrem com maior freqüência. Não há dados que justifiquem o reajuste de dose.

Deve ser usado com cautela em pacientes com problemas de rim e fígado pelo efeito acumulativo.

Embora seja indicado para uma doença que atinge pessoas, em geral, acima dos 50 anos, o produto não deverá ser utilizado em mulheres grávidas ou na lactação, pois a segurança do cloridrato de selegilina não foi estabelecida nessas situações.

Não utilizar o produto no tremor essencial e Coréia de Huntington, que são síndromes não relacionadas à falta de dopamina.

Durante o tratamento aconselha-se efetuar controles periódicos da função hepática.

Deve ser evitado a associação com antidepressivos tricíclicos e inibidores seletivos da recaptação da serotonina (ISRS).

Deve-se observar um intervalo de 14 dias entre a descontinuação da selegilina e esses agentes. Para se introduzir a selegilina após a interrupção da fluoxetina (ISRS), deve-se observar um intervalo de 6 semanas.

Não deve ser utilizado à noite, pois pode produzir insônia.

Em associação com a levodopa, observase um aumento das reações adversas desta, o que recomenda a redução de dose da levodopa. Recomenda-se não superar a dose diária de 10 mg para evitar o risco da aparição dos efeitos decorrentes da inibição da MAO-A.

Gravidez e lactação

Embora seja indicado para uma doença que atinge pessoas, em geral, acima dos 50 anos, o produto não deverá ser utilizado em mulheres grávidas ou na lactação, pois a segurança do cloridrato de selegilina não foi estabelecida nessas situações.

Informe seu médico da ocorrência de gravidez na vigência do tratamento ou após o seu término. Informar ao médico se está amamentando.

Uso pediátrico

A segurança e a eficácia em crianças não foram ainda estabelecidas.

Deve ser usado com cautela em nefropatas e hepatopatas.

Pacientes idosos

Em pacientes idosos, efeitos colaterais ocorrem com maior freqüência. Não há dados que justifiquem o reajuste de dose.

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