Para que serve - Cloridrato de Escetamina União Química

Bula Cloridrato de Escetamina União Química

Princípio ativo: Cloridrato de Escetamina

Classe Terapêutica: Anestésicos Gerais Injetáveis

Revisado por Isabelle Baião de Mello Neto (CRF-MG 24309)

Cloridrato de Escetamina União Química, para o que é indicado e para o que serve?

O cloridrato de escetamina é indicado como anestésico único em intervenções diagnósticas e cirúrgicas que não necessitem de relaxamento muscular. Apesar de ser apropriado para intervenções de curta duração, cloridrato de escetamina pode ser empregado, mediante administração de doses adicionais, em procedimentos mais prolongados.

O cloridrato de escetamina é indicado em obstetrícia para parto vaginal ou cesárea.

O cloridrato de escetamina também é indicado como adjuvante anestésico para complementar a anestesia com outros agentes de baixa potência como, por exemplo, o óxido nitroso.

O cloridrato de escetamina é indicado como agente anestésico único para procedimentos cirúrgicos e diagnósticos que não necessitem de relaxamento muscular esquelético. É empregado para pequenos procedimentos, mas pode ser usado em doses adicionais para procedimentos mais prolongados.

Pode ser indicado como indutor anestésico e também, como adjuvante anestésico para complementar a anestesia com agentes de baixa potência, tais como o óxido nitroso.

Dentre as áreas de aplicação específica ou tipos de procedimentos, incluem-se:

  • Desbridamentos, curativos dolorosos e enxertos de pele em pacientes queimados, bem como em outras intervenções cirúrgicas superficiais. 
  • Intervenções neurodiagnósticas, tais como pneumoencefalografias, ventriculografias, mielografias e punções lombares. 
  • Intervenções diagnósticas e cirúrgicas nos olhos, ouvidos, nariz e boca, inclusive extrações dentárias. Nota: Os movimentos oculares podem persistir durante as intervenções oftalmológicas. 
  • Intervenções diagnósticas e cirúrgicas na faringe, laringe ou árvore brônquica. Nota: Nestas intervenções deve-se empregar um relaxante muscular. 
  • Sigmoidoscopias, pequenas cirurgias do ânus e do reto e circuncisão. 
  • Intervenções ginecológicas extraperitoneais, como dilatação e curetagem. 
  • Intervenções obstétricas, inclusive partos distócicos e cesarianas. 
  • Intervenções ortopédicas, tais como manipulação e redução de fraturas, colocação de pino femoral, amputações e biópsias.
  • Anestesia de pacientes de grande risco, com funções vitais deprimidas. 
  • Cateterismo cardíaco.

O que você está sentindo?

Use o BulaBot para fins informativos.