Como aplicar o Clavulin IV? Modo de uso
Clavulin® deve ser aplicado na veia (via intravenosa). Não é para uso no músculo.
O profissional de saúde prepara o medicamento corretamente.
Pode aparecer uma cor rosada temporária durante o preparo. A solução final é geralmente transparente ou esbranquiçada.
Sobras do medicamento devem ser descartadas. O tratamento pode começar na veia e continuar por via oral.
O tratamento não deve ultrapassar 14 dias sem reavaliação médica.
Posologia do Clavulin IV
Tratamento de infecções
Adultos e adolescentes acima de 12 anos
Dose usual: 1,2 g (1 g + 200 mg) a cada 8 horas. Para infecções graves, o médico pode reduzir para 6 horas entre doses.
Crianças de 3 meses a 12 anos
Dose: 30 mg/kg* a cada 8 horas. Para infecções graves, o médico pode reduzir para 6 horas entre doses.
Bebês de 0 a 3 meses
Dose: 30 mg/kg* a cada 12 horas para prematuros ou recém-nascidos.
Após o período neonatal, o médico pode aumentar para intervalos de 8 horas.
*Cada 30 mg de Clavulin® fornece 5 mg de ácido clavulânico e 25 mg de amoxicilina.
Prevenção de infecções em cirurgias
Adultos
Para cirurgias com menos de 1 hora: 1,2 g (1 g + 200 mg) IV no início da anestesia. Para cirurgias mais longas, até 4 doses adicionais em 24 horas (geralmente a cada 0, 8, 16 e 24 horas). Se houver alto risco de infecção, pode ser prolongado por mais dias.
Se surgirem sinais de infecção pós-cirúrgica, o médico iniciará tratamento normal com Clavulin® por via intravenosa ou oral.
Problemas renais (rins que não funcionam bem)
Adultos
Problemas leves nos rins | Sem alteração na dose |
Problemas moderados nos rins | 1,2 g IV seguido de 600 mg IV a cada 12 horas |
Problemas graves nos rins | 1,2 g IV seguido de 600 mg IV a cada 24 horas. Em diálise, dose adicional de 600 mg IV durante e após o procedimento |
Crianças
Ajustes similares de dose podem ser feitos.
Problemas no fígado
Pacientes com problemas hepáticos devem ter dose ajustada com cuidado e monitoramento regular.
Siga as orientações do médico sobre horários, doses e duração. Não pare o tratamento sem consultá-lo.
Revisado por Isabelle Baião de Mello Neto (CRF-MG 24309)