Como a substância do Cebrilin funciona?
Resultados de Eficácia
Em idosos com depressão, a combinação de psicoterapia + placebo teve risco 140% maior de recaída vs. paroxetina após 2 anos[1].
Em ansiedade generalizada, a paroxetina reduziu sintomas em 57% (escala HAM-A) com melhor perfil que benzodiazepínicos[2],[3],[4].
Em transtorno disfórico pré-menstrual, melhorou humor e sintomas com doses intermitentes[5] ou contínuas[6].
- Em pânico, 73% ficaram sem sintomas após 2 meses[7].
- Em depressão grave, resposta 140% superior ao placebo[7]. Em casos moderados, doses de 25 mg/dia tiveram 96% mais remissão que placebo[8].
Referências:
[1] REYNOLDS, CF. et al. (2006)...
[2] VAN AMERINGEN, M. et al. (2005)...
[3] BALL, SG. et al. (2005)...
[4] BALLENGER, JC. et al. (2004)...
[5] STEINER, M. et al. (2005)...
[6] COHEN, LS. et al. (2004)...
[7] DUNNER, DL. et al. (2005)...
[8] TRIVEDI, MH. et al. (2004).
Características Farmacológicas
Mecanismo de ação
Inibe seletivamente a recaptação de serotonina no cérebro. Não está relacionado quimicamente a outros antidepressivos.
Baixa afinidade por receptores colinérgicos, adrenérgicos, dopaminérgicos e histamínicos.
Farmacocinética
Absorção:
Bem absorvida por via oral. Efeito máximo em 7-14 dias.
Distribuição:
95% ligada a proteínas plasmáticas.
Metabolismo:
Metabólitos inativos. Não compromete ação na serotonina.
Excreção:
Principalmente por metabolismo (64% urina, 36% fezes). Meia-vida ~1 dia.
Populações especiais:
Idosos e pacientes com insuficiência hepática/renal podem ter concentrações ligeiramente aumentadas.
Revisado por Isabelle Baião de Mello Neto (CRF-MG 24309)