Quais os efeitos colaterais do Baraclude?
A frequência é definida como:
- Muito comum (ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento);
- Comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento);
- Incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento).
Em 2 estudos clínicos, entre os pacientes tratados com Baraclude que nunca receberam terapia com nucleosídeos (Baraclude também pertence a esta classe de medicamento) os eventos adversos mais comuns para qualquer severidade com pelo menos uma relação possível com Baraclude estão listados a seguir.
| Distúrbios Psiquiátricos | Incomum | Insônia |
| Distúrbios do Sistema Nervoso | Comum | Cefaleia (dor de cabeça) |
| Incomum | Tontura | |
| Sonolência | ||
| Distúrbios Gastrointestinais | Incomum | Náusea |
| Diarreia | ||
| Dispepsia (indigestão) | ||
| Vômito | ||
| Geral | Comum | Fadiga |
Em 2 estudos clínicos, em pacientes resistentes à lamivudina, os eventos adversos mais comuns para qualquer seriedade com pelo menos uma relação possível com Baraclude estão listados a seguir.
| Distúrbios do Sistema Nervoso | Comum | Cefaleia |
Distúrbios Gastrointestinais | Comum | Diarreia |
| Dispepsia | ||
| Geral | Comum | Fadiga |
Populações especiais
Reações adversas adicionais nos estudos, em pacientes com hepatite B crônica e doença hepática descompensada, incluem diminuição de bicarbonato sanguíneo (2%) e falência renal (< 1%).
No estudo, a taxa de morte cumulativa foi 23%, e as causas de óbito foram geralmente relacionadas ao fígado, como esperado nesta população. No estudo, a taxa cumulativa de carcinoma de fígado foi 12%.
Experiência pós-comercialização
As reações adversas a seguir foram reportadas voluntariamente por uma população de tamanho desconhecido, portanto, não se sabe a possibilidade real estimada da frequência ou estabelecer uma relação causal ao uso de Baraclude.
- Distúrbios do sistema imune: reação anafilactóide (reação alérgica grave);
- Distúrbios do metabolismo e alimentares: acidose láctica (distúrbio que leva a acidificação do sangue) tem sido relatada, muitas vezes em associação com descompensação hepática, outras condições médicas graves ou exposição à medicamentos. Pacientes com cirrose descompensada podem ter maior risco para acidose láctica;
- Distúrbios hepatobiliares: aumento de transaminases (aumento de enzimas do fígado);
- Distúrbios da pele e tecidos subcutâneos: alopecia (queda dos cabelos), erupção da pele.
Testes laboratoriais
Em alguns pacientes, os resultados de testes sanguíneos que verificam como o fígado e pâncreas estão trabalhando, podem piorar.
Informe ao seu médico ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.
Revisado por Isabelle Baião de Mello Neto (CRF-MG 24309)