Ação da Substância - Anastrozol Sandoz

Bula Anastrozol Sandoz

Princípio ativo: Anastrozol

Classe Terapêutica: Citostáticos Inibidores Da Aromatase

Revisado por Isabelle Baião de Mello Neto (CRF-MG 24309)

Como o Anastrozol Sandoz atua no organismo?

Resultados de eficácia


Estudos clínicos mostraram que o anastrozol é eficaz contra câncer de mama inicial e avançado em mulheres após a menopausa.

Tratamento complementar para câncer de mama inicial

Em estudo com 9366 mulheres, o anastrozol mostrou-se superior ao tamoxifeno na prevenção de recidivas, especialmente em tumores sensíveis a hormônios.

Reduziu significativamente o aparecimento de novos tumores na mama oposta.

Os efeitos adversos incluíram aumento de problemas articulares e fraturas comparado ao tamoxifeno, mas menor incidência de coágulos e câncer uterino.

Alternativa após tratamento com tamoxifeno

Mulheres que trocaram do tamoxifeno para anastrozol tiveram melhores resultados na prevenção de recidivas.

Densidade mineral óssea

Pacientes com risco moderado/alto de fraturas devem receber suplementação óssea durante o tratamento. Baixo risco não requer ajustes com suplementos específicos.

Níveis de gordura no sangue

Não altera significativamente os lipídios sanguíneos.

Características farmacológicas


Mecanismo de ação

Inibe a aromatase, reduzindo drasticamente os níveis de estradiol. Não possui atividade hormonal.

Não afeta a produção de cortisol ou aldosterona, não necessitando de reposição.

Comportamento no organismo

Absorção rápida, com concentração máxima em 2 horas. Meia-vida de 40-50 horas. Alimentação não afeta significativamente sua absorção.

Ligação às proteínas plasmáticas é baixa (40%). Metabolizado principalmente no fígado, excretado pela urina.

Segurança pré-clínica

Toxicidade

Estudos em animais mostraram baixa toxicidade aguda. Efeitos crônicos relacionados à ação farmacológica esperada.

Segurança reprodutiva

Causou infertilidade temporária e problemas no parto em animais. Contraindicado na gravidez.

Risco de câncer

Em altíssimas doses (100x superiores às terapêuticas), observou-se aumento de tumores hepáticos em ratos, sem relevância clínica para humanos.

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