Ação da Substância - Alprazolam EMS

Bula Alprazolam EMS

Princípio ativo: Alprazolam

Classe Terapêutica: Tranquilizantes

Revisado por Isabelle Baião de Mello Neto (CRF-MG 24309)

Como o Alprazolam EMS age? Estudos e características

Resultados de eficácia


Estudos clínicos

Ansiedade

Em estudos controlados (doses até 4 mg/dia), alprazolam foi significativamente melhor que placebo na melhora de sintomas de ansiedade e depressão associada.

Síndrome do pânico

Três estudos confirmaram eficácia no tratamento. Doses médias de 5-6 mg/dia mostraram que 37-83% dos pacientes ficaram livres de crises. Benefícios se mantiveram por até 8 meses.

Referências Bibliográficas

1. ELIE, R.; LAMONTAGNE, Y. (1984)
2. ANDERSCH et al. (1984)
3. SHEEHAN, D. V. et al. (1993)
4. LYDIARD, R. et al. (1992)

Características farmacológicas


Farmacodinâmica

Age ligando-se a receptores específicos no sistema nervoso. O mecanismo exato é desconhecido. Causa depressão do sistema nervoso proporcional à dose - desde leve redução de desempenho até sedação.

Farmacocinética

Absorção

Absorção rápida após ingestão. Pico no sangue em 1-2 horas. Meia-vida média: 11,2 horas em adultos saudáveis. Em idosos: 16,3 horas; em doenças hepáticas: até 65,3 horas.

Atravessa a placenta e é excretado no leite materno.

Segurança pré-clínica

Mutagênese e carcinogênese

Não mostrou potencial mutagênico ou cancerígeno em estudos com animais.

Fertilidade e efeitos oculares

Não comprometeu fertilidade em ratos. Em tratamentos prolongados, observou-se tendência a catarata e alterações oculares após 11 meses.

Riscos em desenvolvimento cerebral

Medicamentos que atuam no sistema GABA podem causar danos neurológicos em cérebros em desenvolvimento (terceiro trimestre da gravidez até ~3 anos). Relevância em humanos é desconhecida.

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