Precauções - Alergolon

Bula Alergolon

Princípio ativo: Acetato de Metilprednisolona

Classe Terapêutica: Glicocorticóides Sistêmicos

Revisado por Isabelle Baião de Mello Neto (CRF-MG 24309)

O que devo saber antes de usar Alergolon?

Cuidados gerais

Reduza a dose gradualmente para evitar problemas nas glândulas suprarrenais. Em situações de estresse (cirurgia, trauma), pode ser necessário retomar o tratamento. Pessoas com tireoide lenta ou cirrose podem ter efeitos mais intensos.

Evite usar em herpes ocular (risco de perfuração da córnea). Use sempre a menor dose eficaz pelo menor tempo possível.

Problemas psiquiátricos podem ocorrer:

  • Euforia, insônia, alterações de humor, depressão e psicose. Pessoas com instabilidade emocional devem ter acompanhamento rigoroso.

Cuidado ao usar com ácido acetilsalicílico se tiver tendência a sangramentos. Evite em casos de úlcera ativa, osteoporose, miastenia grave ou problemas renais graves.

Este remédio pode mascarar sinais de infecção e facilitar o aparecimento de novas infecções (virais, bacterianas, fúngicas). O risco aumenta com doses mais altas.

Não tome vacinas de vírus vivo (como sarampo e catapora) durante o tratamento. Vacinas inativadas podem ter resposta reduzida.

Em tuberculose, só use em casos graves combinado com remédios específicos. Pacientes podem precisar de acompanhamento para reativação da doença.

Crianças e adultos não imunizados contra catapora ou sarampo devem evitar contato com doentes. Em caso de exposição, pode ser necessário uso de imunoglobulinas.

Uso prolongado pode causar catarata, glaucoma e maior risco de infecções oculares.

Gravidez

Só use se realmente necessário. Altas doses no início da gestação podem causar problemas no bebê. Recém-nascidos de mães que usaram altas doses devem ser observados quanto a problemas hormonais.

Amamentação

O remédio passa no leite materno. Evite amamentar com doses altas. Doses até 8 mg/dia geralmente não causam problemas.

Crianças e adolescentes

Uso prolongado pode atrasar o crescimento. Use com cautela e faça acompanhamento regular.

Idosos

Use doses menores. Monitore pressão arterial, glicemia e eletrólitos a cada 6 meses. Mulheres idosas têm maior risco de osteoporose.

Problemas renais

Use com cuidado em insuficiência renal, glomerulonefrite e nefrite crônica.

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