Precauções - Alcort para Cães Castel Pharma

Bula Alcort para Cães Castel Pharma

Princípio ativo: Prednisolona

Revisado por Isabelle Baião de Mello Neto (CRF-MG 24309)

Precauções e cuidados ao usar Alcort para Cães Castel Pharma

Em pacientes usando corticosteroides em situações de estresse (trauma, cirurgia), aumente a dose antes, durante e após o evento.

Corticosteroides podem esconder sinais de infecção e novas infecções podem surgir durante o tratamento.

Uso prolongado pode causar catarata, glaucoma e aumentar infecções oculares por fungos ou vírus.

Doses altas podem aumentar pressão, reter sódio e água, e reduzir potássio. Todos os corticosteroides aumentam a perda de cálcio. Considere dieta com pouco sal e suplemento de potássio.

Pacientes em tratamento não devem tomar vacina contra varíola. Outras vacinas não devem ser dadas, principalmente em altas doses, por risco de complicações e falta de resposta imune.

Crianças e adultos em tratamento imunossupressor são mais sensíveis a infecções. Catapora e sarampo podem ser graves ou fatais nesses pacientes. Evite exposição. Se exposto, use imunoglobulina específica.

Medicamentos imunossupressores podem reativar tuberculose. Em tuberculose ativa, use só em casos graves com remédios para tuberculose. Em tuberculose latente, observe rigorosamente e use quimioprofilaxia.

Na amamentação, Prednisolona passa pouco para o leite (menos de 1%). Tome cuidados ao usar.

Bebês de mães que usaram doses altas na gravidez devem ser observados quanto a problemas nas suprarrenais.

Crianças em tratamento prolongado devem ser monitoradas para obesidade, atraso no crescimento, osteoporose e supressão adrenal.

Parar bruscamente após uso prolongado pode causar insuficiência adrenal. Reduza aos poucos. Essa insuficiência pode durar meses; em estresse, reinicie o corticoide. Em pacientes com insuficiência hepática, reduza a dose.

Em doenças hepáticas crônicas, efeitos adversos como fratura, diabetes, pressão alta, catarata e síndrome de Cushing ocorreram em 30% dos pacientes. Em hipotireoidismo ou cirrose, o efeito é maior. Em herpes ocular, use com cuidado (risco de perfuração da córnea). Use a menor dose possível. Podem ocorrer problemas psíquicos: euforia, insônia, alterações de humor, depressão, psicose.

Use com cuidado em colite ulcerativa (risco de perfuração), diverticulite, úlcera, insuficiência renal, pressão alta, osteoporose e miastenia grave.

Crianças em tratamento prolongado devem ter crescimento acompanhado. Em esclerose múltipla, corticosteroides aceleram a recuperação, mas não mudam o curso da doença. Monitore pressão, peso, exames de sangue e raio-X regularmente.

Corticosteroides podem alterar a quantidade e mobilidade de espermatozoides. Monitore até 1 ano após parar o tratamento. Idosos são mais sensíveis a efeitos adversos. Em uso de rifampicina, ajuste a dose se necessário.

Risco na gravidez: C. Não use sem orientação médica.

Para Solução Oral 11mg/mL

Ajuste a dose conforme mudanças na doença, resposta individual e situações de estresse. Corticosteroides podem mascarar infecções. Cuidado em colite ulcerativa, diverticulite, úlcera, insuficiência renal, pressão alta, osteoporose, miastenia grave. Em hipotireoidismo e cirrose, o efeito é maior. Podem ocorrer alterações psíquicas. Use a menor dose eficaz. Em tuberculose ativa, use só com remédios específicos. Em tuberculose latente, observe e use quimioprofilaxia. Evite vacinas durante tratamento. Crianças em tratamento prolongado devem ser monitoradas para efeitos adversos graves. Em exposição a catapora ou sarampo, procure médico.

Uso em crianças

Monitorar para obesidade, atraso no crescimento, perda de cálcio nos ossos e redução de hormônios. Mais suscetíveis a infecções. Evite exposição a catapora e sarampo. Se exposto, use tratamento preventivo.

Uso na gravidez e amamentação

Não há estudos adequados em humanos. Avalie risco-benefício. Passa para o leite; não recomendado na amamentação. Bebês de mães que usaram doses altas na gravidez devem ser observados.

Risco na gravidez: C. Não use sem orientação médica.

Na amamentação, avalie risco-benefício. Pode ser necessário monitorar o bebê.

Uso em idosos

Mais suscetíveis a reações adversas.

Uso em grupos especiais

Em insuficiência hepática, reduza a dose. Em doenças hepáticas, efeitos adversos como fraturas, diabetes e pressão alta ocorrem em 30%. Em hipotireoidismo e cirrose, efeito maior. Não use em tuberculose ativa ou suspeita, exceto com remédios específicos. Use quimioprofilaxia em tratamentos longos.

Este medicamento pode causar doping.

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