Como age no organismo?
Eficácia
Albumina humana é usada desde os anos 1940 em pacientes graves.1
Repõe volume sanguíneo em emergências. Sua ação principal vem da capacidade de reter líquidos no sangue. Representa mais da metade das proteínas do plasma e 75-80% da pressão osmótica. Também transporta hormônios, medicamentos e substâncias, tem ação antioxidante e anti-inflamatória.1,2
Permanece mais tempo na corrente sanguínea e repõe volume rapidamente.2,6
Baixos níveis de albumina estão associados a maior risco de morte, complicações e tempo de internação.3
Estudo SAFE (6997 pacientes) mostrou eficácia similar ao soro fisiológico.4,5
Em sepse, pode reduzir mortalidade.7
Estudo ALBIOS (100 UTIs) mostrou que albumina mantém níveis proteicos e melhora parâmetros cardíacos em sepse grave.8
Análise combinada de estudos SAFE, ALBIOS e EARSS indica redução de mortalidade em sepse grave.9 É custo-efetiva.10
Referências Bibliográficas
1. Vincent J-L, et al. Crit Care 2014;18(4):231.
2. Wiedermann CJ, et al. Gastroenterol Res Pract 2015;2015: 912839.
3. Vincent JL, et al. Ann Surg 2003;237:319-34.
4. SAFE Study Investigators. BMJ 2006;333(7577):1044.
5. Finfer S, et al. N Engl J Med 2004;350:2247-56.
6. Mendez CM, et al. Nutr Clin Pract 2005;20(3):314-20.
7. Delaney AP, et al. Crit Care Med 2011;39:386-91.
8. Caironi P, et al. N Engl J Med. 2014;370(15):1412-21.
9. Wiedermann CJ, et al. N Engl J Med 2014;371(1): 83.
10. Guidet B, et al. J Crit Care 2007;22:197-203.
Propriedades do medicamento
Como age
Mantém a pressão do sangue e transporta substâncias.
Como o corpo processa
40-45% fica no sangue, 55-60% fora dos vasos. Duração média: 19 dias. Em condições normais, menos de 10% sai do sangue em 2 horas.
O efeito no volume sanguíneo varia entre pacientes.
Testes em animais
Não mostrou toxicidade aguda. Não há relatos de danos ao feto, câncer ou mutações.
Revisado por Isabelle Baião de Mello Neto (CRF-MG 24309)