Como a substância do Aires funciona?
Eficácia
Solução Nasal
Uso em otorrinolaringologia
Estudo mostrou melhora em pacientes com rinite alérgica usando acetilcisteína nasal.
Injetável
Comparação oral e intravenosa
A versão injetável atinge concentrações mais altas no sangue.
Intoxicação por paracetamol
Recomendada como antídoto para proteger o fígado. Eficaz principalmente nas primeiras 10 horas após intoxicação.
Síndrome do Desconforto Respiratório
Pacientes em UTI tiveram melhora na oxigenação com acetilcisteína intravenosa.
Atelectasias pulmonares
Lavagem com acetilcisteína mostrou bons resultados radiológicos.
Sinusite crônica
Instilação local melhorou quadros de sinusite.
Comprimido / Granulado / Xarope
Bronquite aguda
Estudo mostrou melhora nos sintomas com acetilcisteína oral.
Bronquite crônica
Pacientes tiveram redução de catarro e tosse com uso prolongado.
Uso pediátrico
Crianças com infecções respiratórias tiveram melhora mais rápida.
Intoxicação por paracetamol
Esquema oral mostrou proteção hepática quando iniciado precocemente.
Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC)
Reduziu marcadores inflamatórios e melhorou função pulmonar.
Fibrose Cística
A versão oral mostrou eficácia semelhante à inalatória, com mais praticidade.
Características farmacológicas
Solução Nasal
Como age
Solta o catarro nasal, facilita a remoção e tem ação antioxidante. Age localmente na inflamação.
Absorção
Pode ser absorvido pela mucosa nasal e trato digestivo.
Injetável
Como age
Solta catarro brônquico e protege o fígado em intoxicações por paracetamol, repondo glutationa.
Farmacocinética
Versão injetável atinge concentrações mais altas. Distribui-se pelo corpo, principalmente fígado e pulmões. Eliminado pela urina.
Comprimido / Granulado / Xarope
Como age
Solta catarro brônquico e protege o fígado em intoxicações por paracetamol.
Farmacocinética
Absorvido pelo intestino. Concentração máxima em 2-3 horas. Distribui-se pelo corpo. Eliminado pela urina.
Revisado por Isabelle Baião de Mello Neto (CRF-MG 24309)