Ação da Substância - Addera D3 Cápsulas

Bula Addera D3 Cápsulas

Princípio ativo: Colecalciferol (Vitamina D)

Classe Terapêutica: Vitamina D Pura

Revisado por Isabelle Baião de Mello Neto (CRF-MG 24309)

Como a vitamina D age no organismo?

Resultados de Eficácia


Eficácia

A vitamina D é amplamente usada para tratar sua deficiência. Estudos mostram que mesmo em regiões ensolaradas como Recife, mulheres após menopausa frequentemente têm falta desta vitamina. A deficiência aumenta com a idade.

Estudo com 250 idosos em SP mostrou que 57% tinham níveis baixos de vitamina D.

Deficiência é definida como níveis abaixo de 20ng/mL. Pessoas com pouca exposição solar, pele mais escura e idosos têm maior risco. Vitamina D adequada melhora força muscular e reduz quedas.

Prevenção de quedas e fraturas em idosos

Vitamina D tem efeito direto na força muscular. Suplementação melhora equilíbrio e função muscular em idosos, reduzindo quedas e fraturas. Ensaios mostraram redução de fraturas em 8-12 semanas.

Dose diária de 700U.I. a 1.000U.I. reduz quedas em 19%-26%. Estudo com 18.068 pessoas mostrou redução de 14% nas quedas.

Vitamina D em doses acima de 400U.I. reduz fraturas vertebrais e pode reduzir outras fraturas.

Suplementação com cálcio reduz fraturas de quadril em idosos institucionalizados.

Estudo brasileiro mostrou aumento significativo de força muscular em idosos após 6 meses de suplementação.

Raquitismo e Osteomalácia

Tratamento para raquitismo varia conforme gravidade (1.500U.I. a 200.000U.I.). Crianças com pouca exposição solar e pele escura têm maior risco.

Osteoporose

Pacientes com osteoporose e baixos níveis de vitamina D tiveram aumento de 4-5% na densidade óssea após suplementação.

Outras condições

Pode reduzir risco de diabetes tipo 1 em crianças, melhorar ação da insulina em diabetes tipo 2 e função vascular.

Reduz mediadores inflamatórios, pressão arterial e risco cardiovascular.

Estudos sugerem redução de câncer colorretal e de mama, além de relação com doenças autoimunes.

Segurança

Doses até 10.000U.I. mostraram-se seguras em estudos. Toxicidade geralmente ocorre apenas acima de 40.000U.I./dia por longo período.

Referências bibliográficas: (mantidas conforme original)

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